A escleroterapia ainda é uma das técnicas mais realizadas na flebologia estética, mas avanços tecnológicos tornaram o LASER transdérmico uma alternativa cada vez mais presente nos consultórios.
Diversos estudos comparativos mostram que, para vasos de menor calibre (menores que 1 mm), o LASER pode oferecer resultados superiores à escleroterapia, especialmente quando o objetivo estético é a redução de telangiectasias e veias superficiais visíveis.
A precisão do disparo, o controle da profundidade e a possibilidade de repetir sessões com maior segurança são alguns dos diferenciais.
Mas existe um ponto crítico nessa discussão: não basta ter um aparelho de LASER. É preciso saber usá-lo corretamente.
A resposta da lesão vascular ao LASER depende diretamente da escolha do comprimento de onda, do tamanho do spot, da fluência e da duração do pulso.
É a combinação desses parâmetros que determina a profundidade, a distribuição de energia e a capacidade de fotoesclerosar o vaso-alvo com segurança e eficiência.
Se o profissional não dominar esses ajustes, corre o risco de subtratar ou, pior ainda, gerar complicações como queimaduras, hiperpigmentação ou recidivas precoces.
Por isso, o Curso Avançado de LASER Transdérmico da ECCOS Edu foca exatamente nesses aspectos: você aprende a avaliar o perfil do paciente, definir a configuração ideal para cada tipo de vaso e dominar a tecnologia para aplicar com confiança e segurança.
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